A farmacêutica americana Pfizer reportou resultados melhores do que o esperado no primeiro trimestre e aumentou as previsões para este ano, já que tanto a nova linha de produtos como a já existente mostraram um crescimento de receitas.
A companhia apresentou um lucro de US$ 3,02 bilhões entre janeiro e março deste ano, ou US$ 0,49 por ação, alta de 26,9% sobre os US$ 2,38 bilhões, ou US$ 0,38 por ação, no mesmo intervalo do ano anterior. As receitas avançaram 19,7% no trimestre, também no comparativo anual, e somaram US$ 13 bilhões.
Analistas consultados pela Thomson Reuters previam lucro ajustado de US$ 0,55 por ação e receita de US$ 12,02 bilhões.
Em abril, a Pfizer e a irlandesa Allergan suspenderam os planos de fusão no valor de US$ 150 bilhões, depois de as autoridades americanas intervirem sobre as regras que regulamentam as fusões, comprometendo um negócio que deslocaria a maior farmacêutica dos Estados Unidos para a Irlanda e que lhe permitiria pagar menos impostos.
A Pfizer disse que o forte desempenho registado neste ano e a melhoria das perspectivas de negócio, bem como um ambiente mais favorável nas taxas cambiais, levou a empresa a melhorar as previsões.
A empresa projeta agora lucrar entre US$ 2,38 e US$ 2,48 por ação neste ano, excluindo os itens especiais, aumento de US$ 0,18 ante a projeção anterior. Analistas sondados pela Thomson Reuters previam um lucro de US$ 2,30 por ação.
A companhia também estima receitas de US$ 51 bilhões a US$ 53 bilhões, alta de US$ 2 bilhões na comparação com o intervalo anterior. Analistas previam US$ 51,24 bilhões de receitas.
fonte: Dow Jones Newswires
quarta-feira
Lucro da Raia Drogasil sobe 27% no 1º trimestre, para R$ 90 milhões
O lucro líquido ajustado, que considera o benefício da amortização do ágio, foi de US$ 100,8 milhões, alta de 23,8%. No dia 1º de outubro do ano passado, a Raia Drogasil concluiu a aquisição de 55% de participação da empresa 4Bio.
A receita líquida da companhia registrou crescimento de 25,5% no trimestre, para R$ 2,5 bilhões. Em destaque, estão as vendas do segmento de perfumaria, que subiram 27,3%. A receita com medicamentos de marca cresceu 24,4%, enquanto que a de genéricos avançou 23,3%. As vendas no conceito mesmas lojas tiveram alta de 16%.
O lucro antes de taxas, impostos, depreciação e amortização subiu 25,3%, para R$ 129,9 milhões. A empresa abriu 39 lojas nos três meses encerrados em março ante 19 no mesmo período de 2015.
fonte: Valor Econômico
quinta-feira
Sanofi oferece US$ 9,3 bi a Medivation para reconstruir a área de Oncologia
Sanofi divulgou nesta quinta feira que ofereceu para comprar a Medivation aproximadamente US $ 9,3 bilhões, como parte da estratégia da farmacêutica francesa de reconstruir sua área de Oncologia.
Em novembro passado, Sanofi destacou a estratégia de médio prazo, que inclui a reconstrução de nossa posição em Oncologia, uma das maiores e mais rápido crescimento áreas terapêuticas no setor biofarmacêutico," comentou o CEO Olivier Brandicourt. "Com a Medivation, destacando-se em produtos para o câncer da próstata, acreditamos que uma combinação iria beneficiar os pacientes e, ao mesmo tempo, gerar valor para os acionistas das duas empresas," Brandicourt adicionou.
Medivation comercializa atualmente Xtandi (enzalutamide), que é aprovado nos EUA e na Europa para o tratamento do câncer de próstata resistente, em colaboração com Astellas. Sanofi destacou que Medivaiton também tem duas outras drogas de oncologia em desenvolvimento clínico, Pidilizumab para câncer do sangue e Talazoparib para o tratamento do câncer de mama. A farmacêutica francesa disse que uma combinação com Medivation "criaria uma companhia mais forte com uma gama complementar de produtos e serviços para tratar câncer de próstata através do continuum de cuidados, de urologistas para oncologistas."
Em uma carta datada de 28 de abril para Medivation ao CEO David Hung, Brandicourt revelou que a Sanofi primeiramente enviou sua proposta em 15de abril. No entanto, Brandicourt observou que "não recebemos resposta por quase duas semanas... Não compreendemos a demora em responder a nossa carta." Brandicourt adicionou "nestas circunstâncias nós acreditamos que é apropriado fazer esta carta pública."
De acordo com Sanofi, um acordo seria importante para ganhos e iria oferecer maior valor e oportunidades de criação para os acionistas.
No mês passado, fontes sugeriram que Medivation tinha contratado consultores de defesa depois que recebeu o interesse preliminar de potenciais compradores, O Sunday Times informou recentemente sobre um potencial oferta da AstraZeneca para Medivation, mas ainda não fez uma proposta formal.
Eric Le Berrigaud, analista da empresa Bryan Garnier & co., observou que juntamente com a AstraZeneca, Medivation também estaria chamando atenção da Astellas, com Sanofi possivelmente enfrentando uma longa luta de aquisição. Enquanto isso, o analista de inteligência da Bloomberg, Sam Fazeli, sugeriu que a Novartis pode ser capaz de extrair mais valor do que a Sanofi adquirindo Medivation, especificamente em termos de aumentar seu lucro por ação no ano que vem. FAZELI acrescentou que Bayer pode também achar a farmacêutica atraente.
Em novembro passado, Sanofi destacou a estratégia de médio prazo, que inclui a reconstrução de nossa posição em Oncologia, uma das maiores e mais rápido crescimento áreas terapêuticas no setor biofarmacêutico," comentou o CEO Olivier Brandicourt. "Com a Medivation, destacando-se em produtos para o câncer da próstata, acreditamos que uma combinação iria beneficiar os pacientes e, ao mesmo tempo, gerar valor para os acionistas das duas empresas," Brandicourt adicionou.
Em uma carta datada de 28 de abril para Medivation ao CEO David Hung, Brandicourt revelou que a Sanofi primeiramente enviou sua proposta em 15de abril. No entanto, Brandicourt observou que "não recebemos resposta por quase duas semanas... Não compreendemos a demora em responder a nossa carta." Brandicourt adicionou "nestas circunstâncias nós acreditamos que é apropriado fazer esta carta pública."
De acordo com Sanofi, um acordo seria importante para ganhos e iria oferecer maior valor e oportunidades de criação para os acionistas.
quarta-feira
Aché lança Avide (racecadotril) para tratamento da diarreia em adultos
O Aché Laboratórios lança o Avide (racecadotrila), indicado para o tratamento da diarreia aguda em adultos. O produto é apresentado em cápsulas de 100mg ingeridas via oral a cada 8 horas, enquanto durar o quadro diarreico. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 2 bilhões de casos de diarreia são registrados anualmente.
A ação do medicamento proporciona o alívio dos sintomas em até 30 minutos após a administração. Outro benefício é que a racecadotrila não interfere na motilidade intestinal - capacidade dos intestinos de realizarem movimentos peristálticos para o funcionamento do órgão -, conferindo maior segurança ao tratamento.
De acordo com Ricardo Barbuti, gastroenterologista e médico assistente no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina (FMUSP), a racecadotrila é importante no controle da diarreia, pois diminui a secreção de água e eletrólitos da parede para o interior do intestino.
"A secreção de água é a principal responsável pelo amolecimento das fezes e, consequentemente, causadora da diarreia. Quando interferimos neste processo, a consistência das fezes aumenta, a perda de água e eletrólitos diminui, levando à melhora mais rápida dos sintomas, além de evitar complicações como a desidratação e baixa de potássio, sódio, cloro e magnésio", explica Barbuti.
Para o especialista, o medicamento traz ainda benefícios para a qualidade de vida. "O tratamento diminui o absenteísmo na escola e no trabalho e necessita de menos gastos para o tratamento e a recuperação da diarreia e de suas complicações mais comuns: a desidratação e o desequilíbrio eletrolítico", afirma.
Equilíbrio da microbiota
Enquanto a racecadotrila traz alívio rápido para os sintomas da diarreia, o paciente pode também combinar o tratamento com o uso do probiótico L. reuteri DSM 17938, conhecido mundialmente por sua eficácia para o equilíbrio da microbiota, que leva à saúde intestinal de adultos e crianças.
A maioria das pessoas vive em uma rotina de estresse e, muitas vezes, não consegue se atentar para uma alimentação balanceada e uma vida saudável. Isso faz com que a flora intestinal se desregule, causando uma série de distúrbios, como diarreias, cólicas, além de complicações no sistema imunológico e infecções. Além de maus hábitos diários e dietas inadequadas, há outros fatores que contribuem para desequilibrar a flora intestinal, como antibióticos, radioterapia e infecções intestinais.
O probiótico L. reuteri DSM 17938 – cepas vivas de microorganismos –regula a microflora do intestino, reduzindo em 48,5% o tempo da diarreia. O probiótico é vendido em mais de 70 países e possui alta segurança, garantida por quase 100 pesquisas científicas.
Nome do produto: Avide
Princípio ativo: racecadotrila
Apresentação: 100mg - via oral
Indicação: tratamento da diarreia aguda em adultos
Venda da Coty garante lucro 11 vezes maior à Hypermarcas no trimestre
A Hypermarcas teve lucro líquido atribuível aos sócios controladores de R$ 1,008 bilhão no primeiro trimestre deste ano, mais de 11 vezes os R$ 90,7 milhões de igual período de 2015.
A alta deve-se, principalmente, ao resultado da venda do negócio de cosméticos, Coty, em fevereiro, segundo demonstrativos de resultados trimestrais divulgados pela empresa na noite desta terça-feira.
A receita líquida da empresa, dona dos medicamentos Doril, Coristina D, Atroveran, Engov, entre outros, somou R$ 827,3 milhões, alta de 12,1% sobre os R$ 737,7 milhões do primeiro trimestre de 2015.
O Ebitda - lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização - das operações continuadas totalizou R$ 310,3 milhões, com margem de 37,5%, no primeiro trimestre desta ano, valor 11,2% acima dos R$ 279,1 milhões de igual trimestre de 2015.
A alta deve-se, principalmente, ao resultado da venda do negócio de cosméticos, Coty, em fevereiro, segundo demonstrativos de resultados trimestrais divulgados pela empresa na noite desta terça-feira.
A receita líquida da empresa, dona dos medicamentos Doril, Coristina D, Atroveran, Engov, entre outros, somou R$ 827,3 milhões, alta de 12,1% sobre os R$ 737,7 milhões do primeiro trimestre de 2015.
O Ebitda - lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização - das operações continuadas totalizou R$ 310,3 milhões, com margem de 37,5%, no primeiro trimestre desta ano, valor 11,2% acima dos R$ 279,1 milhões de igual trimestre de 2015.
terça-feira
Medley lança seu primeiro genérico de 2016
A Medley lançou o cloridrato de ciprofloxacino. O medicamento é um antibiótico e já está disponível para os pacientes em todo o Brasil, na concentração de 500 mg, com embalagem de 7 e 14 comprimidos revestidos.
O potencial de mercado do medicamento é significativo. Trata-se da primeira molécula em volume na classe à qual pertence fluoroquinolonas[1] (que engloba as substâncias ciprofloxacino, levofloxacino e norfloxacino). De acordo com a consultoria IMS Health, o ciprofloxacino vende R$ 55 milhões por ano (dados relativos ao MAT fevereiro 2016), o que representa um crescimento de 11% em unidades e vendas aproximadas de 576 mil unidades por mês.
Este medicamento é o mais prescrito para a infecção urinária e torná-lo acessível aos nossos pacientes é o que nos move. Agora, o paciente tem uma opção de tratamento acessível, com a marca e a confiança da Medley, comenta Maria Claudia V. Pontes, diretora de Marketing Genéricos da Medley.
O ciprofloxacino é o primeiro lançamento de genéricos da companhia no ano e tem indicação para o tratamento de infecções complicadas e não complicadas nos seguintes casos: trato respiratório, otite média e sinusite, olhos, rins e/ou trato urinário eferente, órgãos genitais, cavidade abdominal, pele e tecidos moles, ossos e articulações, sepse e outros.
O medicamento também é indicado para casos de infecção ou risco eminente de infecção em pacientes com sistema imunológico comprometido, além do tratamento da exacerbação pulmonar aguda de fibrose cística em crianças, associada à infecção por bactérias.
O potencial de mercado do medicamento é significativo. Trata-se da primeira molécula em volume na classe à qual pertence fluoroquinolonas[1] (que engloba as substâncias ciprofloxacino, levofloxacino e norfloxacino). De acordo com a consultoria IMS Health, o ciprofloxacino vende R$ 55 milhões por ano (dados relativos ao MAT fevereiro 2016), o que representa um crescimento de 11% em unidades e vendas aproximadas de 576 mil unidades por mês.
Este medicamento é o mais prescrito para a infecção urinária e torná-lo acessível aos nossos pacientes é o que nos move. Agora, o paciente tem uma opção de tratamento acessível, com a marca e a confiança da Medley, comenta Maria Claudia V. Pontes, diretora de Marketing Genéricos da Medley.
O ciprofloxacino é o primeiro lançamento de genéricos da companhia no ano e tem indicação para o tratamento de infecções complicadas e não complicadas nos seguintes casos: trato respiratório, otite média e sinusite, olhos, rins e/ou trato urinário eferente, órgãos genitais, cavidade abdominal, pele e tecidos moles, ossos e articulações, sepse e outros.
O medicamento também é indicado para casos de infecção ou risco eminente de infecção em pacientes com sistema imunológico comprometido, além do tratamento da exacerbação pulmonar aguda de fibrose cística em crianças, associada à infecção por bactérias.
segunda-feira
Sanofi reestrutura operação no país para acelerar expansão
A farmacêutica francesa Sanofi está reorganizando suas operações no Brasil, em um esforço que envolve a integração das cinco empresas do grupo. O objetivo da simplificação da estrutura local é acelerar o crescimento das vendas e consolidar o laboratório, dono de marcas líderes como Dorflex e Dermacyd e tradicionais como Novalgina e Cepacol, no topo do ranking da indústria farmacêutica brasileira.
Nos últimos anos, a Sanofi perdeu a liderança do varejo total de medicamentos e de genéricos, mas segue melhor colocada — entre a segunda e a terceira posição — do que outras gigantes da indústria farmacêutica global, atropeladas no passado por laboratórios nacionais focados em genéricos. “Não queremos ser apenas o maior, mas o mais forte”, afirmou ao Valor o diretorgeral do grupo, Pius Hornstein.
Há 15 meses no comando da Sanofi no país, o executivo suíço afirma que a nova estrutura vai confe- rir agilidade à tomada de decisões estratégicas e gerar sinergias com a integração de estruturas comuns da Sanofi Farma, maior operação do grupo no país, da Medley (de genéricos), da Sanofi Pasteur (vacinas), da Genzyme (doenças raras) e da Merial (de saúde animal). “Nosso ponto hoje é: como fazer o grupo mais forte do que as empresas individualmente”, explicou.
Há pelo menos três anos o laboratório francês já lutava para encontrar um novo modelo de gestão no Brasil, em processo que levou à chegada de Hornstein à presidência local. Antes dele, entre o fim de 2013 e 2014, o então diretor-geral, Patrice Zagamé, detectou a falta de agilidade da empresa em responder às mudanças do mercado e problemas na etapa de fornecimento de seus produtos. O executivo, porém, permaneceu pouco tempo na operação local.
De origem francesa, Zagamé havia substituído Heraldo Marchezini no cargo. Com anos de casa, Marchezini estava à frente do grupo em 2009, quando foi anunciada a compra da Medley por R$ 1,5 bilhão. Mas foi desligado da Sanofi em 2013, ano em que a concorrente EMS assumiu a liderança em genéricos, com 31,07%, contra os 19,35% da vice-líder Medley.
Segundo Hornstein, há dois anos, a estrutura de fornecimento de medicamentos da Sanofi “não estava bem”. O gargalo foi corrigido e o tempo para entrega acabou reduzido em mais de 50%, para menos de 10 dias em todo o país. “Cada empresa tinha a sua distribuição. O que fizemos foi unificar a logística”, disse. Uma das iniciativas nessa área foi a construção de um novo centro de distribuição, em Guarulhos (SP), com 36 mil metros quadrados, inaugurado em novembro de 2015. Até 2020, esse centro receberá investimentos de € 200 milhões.
Já no segmento de genéricos, a visão do grupo francês é de que a Medley, hoje a terceira no ranking, permanece como marca forte, entre as mais lembradas pelo consumidor brasileiro. “Não precisamos jogar somente com preço e volume”, disse Hornstein, referindo-se à prática comum de concessão de descontos elevados para aumentar as vendas em unidades desse tipo de medicamento. “Não buscamos ‘market share’”, acrescentou.
Inovação radical, por outro lado, está no foco da operação brasileira como ferramenta de impulso às vendas. Desde a chegada da insulina Lantus, conforme o executivo, não houve “grandes lançamentos” do grupo no país. Esse cenário mudará em breve, com o início da comercialização da Dengvaxia, vacina contra a dengue que já recebeu o aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e aguarda a definição de preço pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED). “Com inovação, é possível acelerar o crescimento”, ressaltou Hornstein.
A Sanofi aposta ainda no suces- sor do Lantus, o Toujeo, uma insulina basal de ação prolongada que pode ser aplicada apenas uma vez ao dia. A venda do medicamento foi liberada em dezembro pela Anvisa e o lançamento está previsto para este mês. Em três ou quatro anos, acrescentou o executivo, o grupo espera trazer ao menos quatro medicamentos biológicos novos para o mercado brasileiro.
No ano passado, em todo o mundo, a Sanofi registrou vendas de € 37,1 bilhões, e o Brasil manteve-se entre as dez maiores operações do grupo. Segundo Hornstein, as vendas no país, que não são divulgadas, cresceram em 2015 — no varejo, produtos maduros mostraram expansão supe- rior à média. Para 2016, a expectativa é a de crescimento menor das vendas de medicamentos, influenciado pela crise econômica. “O mercado privado segue vigoroso e, para acelerar o crescimento é preciso incorporar medicamentos ao SUS”, observou. “No longo prazo, vamos crescer acima do mercado com a inclusão [no SUS]”.
No Brasil, o grupo francês pode produzir 400 milhões de unidades (caixas ou frascos) por ano e emprega mais de 5 mil pessoas. “Não nos vemos como franceses, mas como uma empresa brasileira”, disse Hornstein, sob o argumento de que 95% dos medicamentos vendidos pelo grupo no Brasil terem produção local.
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