segunda-feira

Os propagandistas da pharmexx Brasil indicam...



Restaurantes Inesquecíveis

“o árabe Folha de Uva, que oferece bufê de almoço e opções à la carte. Gosto bastante do quibe labanie, cozido e servido no molho de coalhada temperada. Para sobremesa, recomendo o sorvete de misk”. Raquel Stefania Artave, do projeto XH.

“o Moinho de Pedra, que é vegetariano, natural e gourmet. Tem um empório com produtos naturais e orgânicos. Abre para café da manhã e almoço, das 8h30 as 17h00 e fica na Rua Francisco de Moraes, na Chácara Santo Antonio. Espero que gostem.” Aline Cardoso, do projeto XN.

“o Disfutt, que tem crepes maravilhosos e bem recheados, como o de peru light com orégano, tomate e catupiry. O ambiente é muito agradável e quem for lá certamente terá uma ótima refeição”. Maria Cristina Copolo, do projeto XH.

terça-feira

Super Poderes


É um peixe? Não. É um tubarão? Não. Quem aparece nas fotos abaixo é Karine de Boni Volpe, do projeto XN, operacionalizado pela pharmexx Brasil, que nadou durante 13 anos nas categorias 50, 100 e 200 metros peito e 400 metros medley.

Ela fez bonito ao longo da carreira, representando a seleção brasileira de natação de 1998 a 2006 e conquistando 400 medalhas, 20 troféus e alguns recordes, tais como o sul-americano no revezamento medley.

Karine parou de nadar quando se formou em nutrição, mas tem boas lembranças dessa época. “A natação me trouxe muita responsabilidade e maturidade desde cedo. Era como se fosse um trabalho, com salário, viagens e horários a cumprir. Essa experiência tem me ajudado bastante a ter persistência, responsabilidade, compromisso e determinação em campo”, finaliza Karine, que trabalha atualmente na equipe do Mestre Campos Mona.

Outras histórias de campo



História 04


Por Afonso Silvestre, do projeto RS, operacionalizado pela pharmexx Brasil

No Rio de Janeiro, setor Copacabana, havia um médico que tinha uma sala para receber os propagandistas. Quando eles chegavam, eram rapidamente encaminhados para este ambiente, que tinha uma mesa de centro e poltronas confortáveis do tipo que te abraçam. Certa vez, o médico entrou na sala e percebeu que um colega estava dormindo. Ele, então, solicitou que não fizessem barulho e atendeu aos outros propagandistas, não atrapalhando a soneca do colega. Quando eram 16h30, quase no fim do expediente, o colega acordou preocupadíssimo, mas foi acalmado pelo médico, que disse: “você estava tão cansado, que eu deixei você dormindo. Mas, não se preocupe. Vou te dar um atestado, dizendo que você estava sob meus cuidados”. E assim foi feito.

Moral da história: o propagandista deve descansar bem, se alimentar corretamente e praticar exercícios físicos para desempenhar um ótimo trabalho em campo.



História 05

Por Carla Rodrigues, gerente distrital da pharmexx Brasil

O propagandista enfrenta histórias curiosas diariamente. Acabei de me lembrar de uma delas. Estava em campo, supervisionando uma propaga, quando fomos visitar um médico. Ao entrarmos na sala dele, percebemos que ele estava usando só avental. Isso mesmo, não tinha nada por baixo. E mais: ele nos observava de maneira muito estranha. Fizemos rapidamente a propaganda, mesmo sem ele prestar atenção. Ao final, o médico disse: “adorei! Podem voltar mais vezes, sempre que vocês quiserem”. Nunca mais voltamos!

Moral da história: o propagandista tem que saber lidar com situações adversas, que podem ocorrer a qualquer instante. Esteja preparado!

segunda-feira

Histórias de campo (para ler e ter boas idéias)


História 1

Por Virgílio Fidelis, o “doutor”, do projeto XE

A primeira visita que fiz ao Dr. Jacobino Naula realmente me surpreendeu. Apresentei a empresa, fiz algumas observações pertinentes e ele disse: “Vocês, me visitando? Eu sou um cirurgião e nunca fui visitado por vocês. Sente, por favor”. Fiquei espantado: ele pediu que eu sentasse, fato não muito comum quando se visita um cirurgião. O resultado: nossa conversa durou mais do que quarenta minutos e ele me deu muita abertura. No final, convidou-me para ir a um coquetel que seria realizado em um hospital para promover a inauguração de um novo departamento.

Moral da história: o propagandista não pode ser um robô, precisa se adequar a situações boas e ruins e desenvolver um ótimo trabalho, aproveitando todas as oportunidades.

Obs: Dr. Jacobino Naula é um nome fictício.


História 2

Por Cássio Rossetti, presidente da pharmexx Brasil

O propagandista Albertino, que trabalha na empresa XWV, visitava um médico que não prescrevia os produtos da XWV e nem dava muita atenção para a propaganda. O que fazer nesse caso? Albertino teve então uma idéia: escreveu “bom dia” em uma folha de papel e a colocou debaixo da porta do médico. Na parte da tarde, Albertino retornou para fazer a propaganda e entrou na sala do médico segurando uma folha na qual estava escrito “boa tarde”. O médico rapidamente se animou: “ah, foi você quem deixou o bilhete? Você não sabe como animou o meu dia”. Desse momento em diante, o médico deu mais abertura a Albertino, prestou mais atenção na propaganda e começou a prescrever os produtos da XWV.

Moral da história: o propagandista precisa ter um diferencial e se destacar na frente do médico. Não tenha medo e preste atenção aos detalhes. Eles, com certeza, fazem a diferença!

Obs: Albertino e XWV são nomes fictícios


História 3

Por Andrea Furigo, key account

Certa vez, visitei uma médica que estava bastante apressada e solicitou que eu fosse muito rápida. Fiz, então, um recordatório e entreguei AG’s e material promocional. Quando eu estava de saída, pisei na argola da mala e deixei cair no chão um monte de material. E o pior: caí no chão, derrubei a cadeira da médica e deixei cair as amostras que estavam na mesa dela. A médica disse: “calma, pára tudo, senão você vai ter que tomar um desses medicamentos”. Foi uma situação bem chata, mas a médica nunca mais me esqueceu.

Moral da história: se o médico pedir para você ir rápido, tenha cautela!